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sexta-feira, janeiro 28, 2005

Francisco Louçã e Freitas do Amaral são notícia

Vasco Pulido Valente fala da intervenção de Louçã, no debate com Portas, no Público de hoje. Cito: "Esta idiotia, que no fundo não passava de uma insinuação torpe, indignou toda a gente e a própria esquerda." Contudo, no mesmo jornal, Eduardo Prado Coelho diz: "Só por má-fé se pode compreender a vaga de indignação reaccionária que veio chamar a Louçã "reaccionário".

Eu fiquei indignado com a intervenção de Louçã, e não gosto que rotulem a minha indignação de reaccionária.
EPC insiste neste estratagema, de tentar colar a uma atitude com que discorda (crítica a Louçã) outras características, estas consensualmente indesejáveis (ser reaccionário).

Aliás, EPC refere também a posição pró-PS de Freitas do Amaral: "Ora, o que sucede com Freitas do Amaral é um percurso que o aproxima da esquerda, mas um percurso coerente, e cada vez mais marcado pela preocupação pelo interesse nacional." Mais adiante: "...uma posição sincera e firme em nome dos interesses do país tomada por um homem livre..."

EPC concorda com a intervenção de Freitas, logo o percurso deste passa a ter nota muito positiva. Se Freitas apelasse ao voto no PSD, como nas últimas eleições, como avaliaria EPC o seu precurso?

Resumindo: atacar a intervenção de Louçã revela má-fé e reaccionarismo, Freitas é um virtuoso progressista em trânsito.

Não estará EPC a oferecer-nos "argumentos" de um maniqueísmo muito primário?

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